
Gênero: Corrida
Produtora: Climax Studios
Distribuidora: THQ
Lançamento: 12/06/2006
Nota: 8,0
A Rê Vendo
Se você curte uma corridinha de motoca decente, mas não tinha achado este estilo, e, ainda por cima você tem um Xbox 360, seus pobremas terminaram!
"Putz, se eu jogar uma pedrinha aqui ele capota!"
Neste simulador de moto você pode não ser o Valentino Rossi, mas vai poder ser mais rápido que o homem, correr nas pistas mais show de bola e descoladas(são só réplicas das pistas reais, mas tudo ben) e ainda ser o maior fritador de pneus do universo!!! Ok, exagerei, desculpe... mas vai ficar bem próximo disso.
O KERS dessa categoria é orgânico, basta comer bastante ovo antes das corridas!
O game é dividido em categorias que são: Grand Prix e Extreme 600, 1000 e 1200, com estilos básicos, ou seja, volta a volta, corrida normal, com um treinão de classificação antes pra conhecer a pista ques se você vai no estilo "que o mundo se dane"s vai direto pra corrida e toque o terror, uma vez que nem é tão treta assim de se ultrapassar, mas se vacilar é capote na certa, ou no mínimo uma lambida na brita, porque o freio é uma sacanagi.
Essa dá pra descer na banguela!
Não tem aquele lance de nitro, power turbo ninja ou semelhantes, o esquema é no braço, quero dizer, no dedo e na míuda, pois se vacilar, mais uma vez, é tombo na certa. Aqui está um dos grandes baratos do game, ele não "inventa", não dá pra você estar a 200 km/h e frear faltando dois metros para entrar na curva e contorná-la da forma mais perfeita do mundo, aqui o esquema é ter um senso bacana.
Aqui também tem moto véia enferrujada, rapá!
Depois de começar na catiguria de 600, ganhar uns trocados e passar todo feliz para a Extreme, dá pra dar a sua "customizada" na criança, no capacete e no macacão pra dar um stilo e uma cara pro teu game.
"Ah, na próxima eu jogo a pedrinha!"
Em matéria de gráficos, é dos melhores (pelo menos na época, senão até agora) do X360, capotes legais, motocas bacanas e efeitos de luzes, nuvens, asfalto e tudo o mais que você imaginar que uma produtora poderia fazer pra deixar teu game com cara de quero mais.
"Cacete, calculei mal a porra da pedrinha!"
A trilha sonora (se é que dá pra chamar de trilha sonora) é um technão básico - que não é minha praia - e fica só na base do menu, ainda bem...
Continua nesse ângulo pra ver aonde tu vai parar!
Nas corridas, as motocas têm seu barulho de verdade, gravados em seus estados reais, marcha lenta, aceleração, etc, é bem porreta!
Tomada no estilo "Velozes e Furiosos"
Na Live é tudo tranquilaço, funfa sem lags e problemaso que faz o game ser uma boa investida pra quem curte uma moto-velocidade.
Prós e Contras
- Gráficos impecáveis
- Som das motos reais
- Live
- Simulador de verdade
- Já tem Moto GP mais novo
Vídeo
Legendas por Vivard

Gênero: Corrida
Produtora: Eden Studios
Distribuidora: Atari
Lançamento: 05/09/2006
Nota: 7,5
A Rê Viu
Quando os caras da Atari inventam seus joguinhos, eles devem ter dois pensamentos: "que jogo legal" e "vamos fazer tudo de novo", no caso de Test Drive Unlimited (ou a sigla TDU pros mano) a primeira frase combina mais.
Esse carro dá tesão equivalente a uma mina de roupa de vinil atochada...
Pra começo de papo, você está no Hawaii (leia-se rauái), lugar legal pra correr, surfar e ver gostosas, no caso do game é mais correr mesmo, porquê surfar com os carros não seria legal... e as gostosas, os caras da Atari não foram capazes de colocar no jogo, que sacanagi!!! (antes que venham com a piada infame do mão de playmobil, citei apenas pra dar um barato! hehe)
Seria esse o campeão de golf daquele filme do Adam Sandler?
Mas vamos ao game, e que game! Você chega no Havaí - com uma animação bem pobrinha, mas com um som legal (pra quê som num game que dá pra se fazer a própria trilha?), onde o cabra descola um carango alugado, sim, economia é tudo!
Humildade é tudo nessa vida!
Aí começa a parte legal do barato, os barulhos do bicho são lesgaizinhos, abaixa o vidro, fica sentindo a brisa no rosto, compra ele (com as opções que teu dinheiro permite no início), mas não se preocupe, depois você terá Ferraris, Lamborghinis, Saleens e mais um monte de carros bacanas, e isso é só o começo!
Dá até pra comprar o carro do 007!
Daí você, que não é otário nem nada, decide comprar um barraco, porque morar no Havai é o que liga e morar num carro não deve ser nada legal. No início, tudo muito simples, muito pobre, com "apenas" algumas vaguinhas pro seu quatro rodas, aí você pensa "vou conhecer o território", aí a brincadeira acontece de verdade!
Google maps em uso
Saia pra explorar a ilha, que é fiel à de verdadinha, uma vez que foi utilizado um sistema de GPS pra ficar real e essas coisas todas que a tecnologia nos permite, e começar a descolar dinheiro pra comprar novos brinquedos. São várias as opções de corrida, mas de cara teu negócio é conseguir dinheiro, mas seu carro é fraco, e você só quer saber de correr pra ganhar mais dinheiro e conseguir um melhorzinho.
Aposto que o carro nem é dele, só tá pagando de rico!
As corridas são de diferentes classes, com várias mini missões, desde dar uma carona pros caras e minas, até fazer uma entrega de um puta carro pra um pobre por ali. Tem motocas também, que você habilita depois de um tempo de pistas e conhecimento nas ruas e bocadas, se é que existe bocada no Havaí, mas andar com as duas rodas não é legal, uma vez que são bem chatinhas de se controlar...
Deixa de imitar Midnight Club, rapá!
Conforme você vai passando pelos locais, vai aumentando os conhecimentos e, consequentemente, seu dinheiro pelas corridas de diferentes níveis, fugindo da polícia, que é burrinha bagarai, mas que prende e multa também se você for mais estúpido que eles.
Fazer isso com uma Lamborghini deveria ser o oitavo pecado capital!
Entre os detalhes negativos está a falta de noção nas batidas. Por exemplo, se você dá uma porrada em outro carro, ele perde peças, você não, tal como o fato de não poder montar o carro do seu jeito e sim um pacotão, mas isso não tira o brilho do game, que tem gráficos nada menos que legais bagarai.
Ó os tequinho voando aí, gente!
O jogo é grande pra caramba, dá pra passar horas na frente da tela e tu ainda não terá feito nem 2% do bicho.
Mete a buzina aê, mano!
Sem contar no serviço da Live, que é uma belezura e com pouquíssimos lags. Quer chamar um mano pra uma treta? Pisque o farol, pois os mano ficam com a gamertag acima deles, aí é só acertar os detalhes da corrida, e é só correr (literalmente) pro abraço! Tem também desafio que só são completados na Live, o que é particularmente uma filha-da-putagem, pois se o cara não tem acesso a ela, se fode.
O que seria dos jogos de corrida sem o efeito blur?
De resto, é um game que vale a pena ter se você tiver um acesso à internet ou não ligar de ter um game pra não fazer 100% dele, pois caso ligue, fica naquela situação de ter um carro caro e não ter o dinheiro para a gasolina...
Prós e Contras
- Bons gráficos
- Longo (o game, sem viadagens!)
- Hawaii
- Funciona muito bem na Live
- Física impossível
- 100% só na Live
- Manuseio com a moto
Vídeo
Legendas por Vivard

Gênero: Corrida
Produtora: Codemasters
Distribuidora: Codemasters
Lançamento: 03/06/2008
Nota: 9,2
A Rê Vendo
Nessa geração de consoles, falou em game de corrida, falou em Codemasters. Os caras só acertam a mão nesse gênero. Começou com DiRT e se aperfeiçoou com GRID, sem contar que estão lançando FUEL e já estão com a licença da Fórmula-1 e produzindo o game que sairá apenas em 2010. Tá longe, sim, mas pra quê pressa se os caras só fazem obras-primas?
Fumaça saindo de dentro do carro? Será que o piloto é o Little Jacob, do GTA IV?
GRID foi feito na mesma engine de DiRT, mas com outro propósito. DiRT é um simulador de raly e ponto. GRID é um simulador de corrida de carros de turismo e monopostos, podendo ser considerado uma continuação direta do TOCA Race Driver 3, último título da série TOCA na geração PS2/Xbox/Cube.
Se tocar nos cones a PM te cerca!
A proposta do game é a mesma, porém muito mais evoluída e com um quezinho de arcade, já que há a possibilidade de voltar alguns segundos no tempo quando se faz uma cagada na corrida e corrigir a merda toda. A quantidade de vezes que se pode fazer isso por corrida varia de acordo com a dificuldade escolhida. Esse recurso é chamado de fhashback, nada mais óbvio, né?
Os gráficos não são tão reais... o cavalo da estátua nem tá cagando!
Os gráficos são maravilhosos, com detalhes em locais até desnecessários. O sistema de danos é bem real e preciso, mas para interferir na performance tem que ser uma porrada das boas.
Carro cor-de-barata... ótima escolha do ponto de vista publicitário!
A inteligência artificial dos oponentes é ótima. Se você estiver por dentro na entrada da curva, eles defendem, se você vai por fora, eles espalham pra não te deixar passar, se você estiver defendendo posição eles tentam te passar de todas as maneiras, isso quando não dão toques para tirá-lo da pista.
Em clima de festa junina!
Também não é raro você ver os carros controlados pelo computador fazendo isso entre eles, causando acidentes na sua frente, ou te fazendo ganhar posições de graça, ou te fodendo de vez pra tirar do cidadão que está atravessando a pista depois de bater num oponente, isso tirando quando você só ouve o barulho da porrada entre dois ou mais vindo de trás (opa!).
Isso se chama "sair de traseira"
Tendo isso em vista, ultrapassar é um tanto quanto difícil, e exige manobras arrojadas do jogador e, na maioria das vezes não-limpas, deixando o carro bater no oponente para poder ultrapassá-lo.
Force muito que acaba assim, isso se você não for o que fica pro lado contrário!
As pistas são as já conhecidas de outros jogos do estilo, com algumas novas no Japão e nos EUA, que tem umas de rua que fazem o circuito de Mônaco parecer um brinquedinho Fisher-Price ultra-seguro.
Catedral gótica? Isso deve ser na França... ela deve estar n'O Código Da Vinci"...
O modo carreira é bem interessante. Nele você cria uma equipe, define nome, suas cores e tals, e, a partir daí, cada carro comprado para participar das competições recebem a pintura já selecionada. Fora os prêmios por objetivos ou colocação, existem os patrocínios que, quanto melhor sua performance e maior sua evolução, mais eles lhe oferecem para estampar suas marcas na sua caranga.
Uhn, encostando na COBRA... sei...
A maioria deles exige algo em relação à performance, senão eles não pagam, como terminar no mínimo em terceiro, ganhar a corrida, terminá-la sem nenhum arranhão (o que é um absurdo) ou simplesmente chegar ao fim, com premiações variáveis, sendo que o patrocínio principal é pago em dobro.
Tomada no estilo "Velozes e Furiosos"
Você pode contratar também um segundo piloto pra equipe, mas o cara muitas vezes dá mais prejuízo do que lucro.
Existem também os eventos especiais, como as 24 Horas de Le Mans, que fecha a temporada.
Sabia que é reflexo nosso sempre desviar pra esquerda? Por isso existe a mão inglesa!
Tudo é apresentado numa interface bem semelhante à de DiRT, inclusive com os dados mostrados durante os loadings, mas de uma maneira mais modernosa.
"Ai, cacilds! Depois daquela lotação eu tô ralando em todo lugar!"
Agora vamos aos poucos defeitos: não tem como fazer upgrades nos carros (o que pode ser uma vatagem para alguns), e não há uma classificação para as corridas, restando a você largar da posição que a máquina escolher, e às vezes, dependendo do circuito, fica impossível ganhar a corrida tendo que ultrapassar todos os carros quando se larga em último.
Asfalto molhado, isso parece até cena de filme!
Enfim, GRID é o melhor jogo de corrida da atualidade, meclando muito bem o simulador com o arcade, trazendo várias categorias (inclusive drifting) dentro de um mesmo jogo. Vale, e muito, o investimento!
Prós e Contras
- Ótimos gráficos
- Jogabilidade perfeita
- Sistema de carreira bem interessante
- Batidas no melhor estilo Burnout
- Inteligência artificial super-apurada
- Realismo à flor da pele
- Campeonatos com formatos limitados
- Sem multiplayer local
Vídeo

Gênero: Ação
Produtora: Raven
Distribuidora: Activision
Lançamento: 01/05/2009
Nota: 7,7
A Rê Viu
Finalmente um jogo de filme que tem o seu lançamento junto com a versão da telona e que dá gosto de jogar! Fazia tanto tempo que isso não acontecia que tu não faz ideia!
Shoryuken!
Muita gente não gostou do filme porquê é bobo, não conta a história direito e, o principal, porquê aquele não é o Wolverine que os velhos fãs do carcajú conhecem e gostam. E quer saber qual foi a frase proferida por essas pessoas quando elas viram a versão jogavel para um nexgen? "Porra, o filme tinha que ser assim!"
Alex Full!
Pois é, amiguinho, tudo que o filme não tem, o jogo tem: sangue, violência, decepações, "sou melhor no que faço" e a cena do helicóptero como ela realmente deveria ter sido feita!
"Não gostou? Foda-se, meu nome é Wolverine e sou o melhor no que faço!"
O enredo segue a linha do filme, porém de forma não-linear, passando inclusive pelas guerras que Wolverine lutou ainda com garras de ossos.
Alex Full (porra, o cara é u mor apelão, mano!)
O game em si não passa de mais um clone de God of War, mas diferente dos outros, esse dá vontade de continuar jogando. Pode não ser tão viciante quanto o game da Sony, mas o jogo do Wolveco tem o seu charme e o carisma dos personagens ajuda, e muito, nessa parte.
"Para o alto, e avante!"
A única diferença prática, talvez, dos God of War, onde na maior parte do tempo a câmera se posiciona lateralmente para a ação, no Wolveco ela é sempre em terceira pessoa, algo que aparantemente será usado na terceira aventura de Kratos, de resto, tudo está lá, as bolotcas vermelhas flutuantes, que geral algum poder, os especiais, a disposição dos botões, o esquema para matar inimigos maiores e tals.
"Para o alto, e avante!" (Em outro ângulo!)
Há um golpe totalmente original do cara, mostrado em vários gibis e também nos filmes, o qual ele pula no peito do adversário encravando as garras no cidadão. É o golpe mais útil do jogo e é acompanhado de três opções de desfecho que podem até ser combinadas, resultando num lançamento de oponente à distância com encravamento de estaca pelas costas!
O golpe mais útil é o mais crássico!
Os gráficos são bem competentes, o sistema de danos visuais é lindo! Cada pancadinha que você leva aparece no cara e, se você for metralhado, ele fica literalmente só o osso (ou adamantium, dependendo da fase), fazendo com que você tenha dar umas esquivadas ou até se esconder para recuperar a energia, que acompanha gradativamente a regeneração visual de Wolverine, sem contar que ele começa todas as fases de ragatinha branca e com menos de cinco minutos já está praticamente sem. E o cara não morre, se você perde toda a energia, o que aparece na tela é "você foi capturado", e não " você morreu".
Óia o pau de cebo aí, gente!
A maioria das cenas não-interativas ocorrem em tempo real, levando Wolverine exatamente do jeito que ele se encontra no início delas, com ou sem camisa, desfigurado ou carinha de bebê. Algumas são pré-definidas e outras são CGs foderásticas.
Essa cena realmente tá melhor no jogo do que no filme
Os cenários são bonitos, porém um pouco sem vida, mas até o momento é algo comum em games desse estilo, diferente dos tiros em primeira pessoa, como FarCry 2, onde os cenários são mais vivos que os oponentes.
Um cruzado de direita com essas garras deve ser foderoso!
Os inimigos são um tanto quanto repetitivos, mesmo que alguns deles proporcionem boas lutas, exigindo defesas e contra-ataques, diferente da maioria, que só um apertar frenético e descoordenado de botões resolve.
Eu ainda tô na dúvida se essa imagem é do jogo ou do filme!
Como todo jogo de filme, queira ou não, é terminado às pressas, X-Men Origins: Wolverine não foge à regra e, portanto, não escapa ileso. Há alguns bugs como paredes invisíveis e inimigos que acabam sendo empalados no ar, ao lado da estaca, mas isso é consideravelmente difícil de ocorrer.
Garras de adamantium incandecente?
O game tem uma duração bacana (apesar de fácil), com bastente habilidades para evoluir, mesmo que algumas não façam lá muita diferença no final das contas, aliás, não sei por quê todo jogo hoje em dia tem que ter essa porra, muitos deles viveriam melhor sem isso!
Pose crássica pra encerrar!
No fim das contas, X-Men Origins: Wolverine acaba valendo a pena tanto para aqueles que curtem o herói e não se agradaram com o filme, tanto para os que simplesmente gostam de jogar um bom jogo de ação.
Prós e Contras
- Jogabilidade fácil e ágil
- Gore and blood
- Duração satisfatória
- Alguns bugs
- Inimigos repetitivos
- Pouco desafio
Vídeo




