
Gênero: Esporte
Produtora: Sega
Distribuidora: Sega
Lançamento: 09/06/2009
Nota: 6,8
Review
Taí um jogo que não merece muito espaço. Tanto pelo que foi prometido quanto pelo que ele realmente trouxe de novidade.
Ana Ivanovic é sempre benvinda!
Virtua Tennis 2009 nada mais é do que um upgrade bem econômico da versão anterior. Controles semelhantes, gráficos e som na mesma linha, alguns jogadores diferentes, nenhuma licença de torneio adicionada, ou seja, mais do mesmo.
"Oh! Darling!"
A única novidade fica por conta dos mini-games que foram todos substituídos (finalmente), mas nada que adicione algo de pans à franquia. Tá, o modo World Tour recebeu algumas melhoras, mas está extremamente fácil.
Qualquer semelhança com Virtua Tennis 1 não é mera coincidência!
A mecânica é boa? Sim, mas já soa meio datada, principalmente se for levar em consideração que a série Top Spin sempre tenta algo de novo e que Grand Slam Tennis, o novo investimento da EA, chega logo em breve prometendo botar ordem na casa, então, se você gosta de game de tênis, o melhor a fazer é esperar.
Prós e Contras
- Qualquer um aprende rápido
- World Tour finalmente melhorado (mas não muito)
- Caracterização pobre para alguns tenistas
- Apenas Exibition e World Tour
- Superficial
- Datado
Vídeo
Marcadores: Esporte

Gênero: Tiro em Primeira Pessoa
Produtora: Propaganda Games
Distribuidora: Touchstone
Lançamento: 05/03/2008
Nota: 6,1
Revision
Pois é matar dinos em primeira pessoa antigamente era algo inovador e foderoso, principalmente com as primeiras versões de Turok para N64 e PC, que combinavam muito bem tiroteio e plataforma, com destaque para um gore inédito pra época e para as armas arcaicas ou bizarras do seu personagem que não passava de índio comunzão.
Escorpiões gigantes? Isso é a foto do jogo certo?
Pois é, depois de passar pelas gerações de 64 e 128 bits, Turok chega ao nextgen (quantos bits tem essa porra?), só que já te adiando que ele não faz jus às suas raízes.
Pra começar, o gore da parada é quase inexistente, sangue mesmo só onde o cara toma tiro, que sai um pouquinho, e caiu no chão já era, o cara vira uma pedra e não adianta atirar ou fazer qualquer coisa que não acontece nada!
"Na minha terra, calango na braza é o que rola no Natal!"
Mas peraê, eu falei “cara” e não “dinos”, pois é, a maioria dos seus conflitos são com humanos vestidinhos a lá Killzone, temperados com alguns dinos esporádicos fazendo o tiroteio ser algo frenético e descontrolado, já que eles vão tanto pra cima de você quanto de seus inimigos, e logo à frente no game você tem até recursos para mandar os dinos atacarem os caras.
T-Rex com graves problemas odontológicos
Voltando aos detalhes, é disso que o jogo carece, e muito. Simplesmente não parece um título de nova geração, apesar de ser feito na Unreal Engine, que dá aquele aspecto plastificado brilhoso a tudo. O game tem uma ótima modelagem de personagens, mas parece que os caras não tiveram tempo, ou vontade, de, por exemplo, fazer com que um tiro na parede deixe a marca.
"Ajoelhou tem que levar pipoco no peito!"
O jogo podia tranquilamente ser lançado em um 128 bits, pois não adianta ter os personagens mega-foderosos detalhados com cenários de interatividade nula e texturas repetitivas, por mais que seja bonito aquele monte de mato se mexendo com o vento, o gameplay em si é muito broxante.
O 360 deles deu mas do que 3RL
E a história? Bem você é um novato, último descendente da qüinquagésima nona geração de índios moicanos num esquadrão de burucutus Gears Of War wannabe em um futuro ou realidade que não importa, o que pega é que tua nave é abatida e cai em um planeta onde está o Vale Encantado, cabendo a você dizimar seus inimigos e a fauna do local.
Briga de faca é com esse jogo memo!
Seu personagem, como um bom protagonista clichê, tem uma amnésia fodida e fica tendo lembranças durante as andanças pelo Jurassic Park (a cena do primeiro contato com os dinos lembra demais a do primeiro filme, parecendo até uma homenagem), mas até aí, o bastardo não tem um carisma que faça você se importar e empurrar a parada pra frente.
"Alguém aí sabe se existe exorcista pra dinos?"
Ta, o T-Rex, assim como em todos os games da série ou filme de dinos, é muito foda quando aparece, assim como descobrir os bichos novos que são muito bem feitos e mais atualizados no visual, lembrando mais esses documentários recentes do Discovery Channel do que os do filme do Steven Spielberg.
"Coma azeitona, dino do capeta!"
O segundo atrativo é os tiroteios. Esse é um jogo Rambo Style, raro nessa geração FPS, em que você pode sair metendo pipoco sem se preocupar com nada e tendo aqui sua fiel faca que é ‘one hit kill’ e muitas vezes mais eficiente agradável de usar do que uma metralhadora.
"Hoje é meu último dia, amanhã verei minha mulé e meus filhos depois de 14 anos..."
O arco-e-flecha também esta presente, mas é muito broxante de se usar, pois sua vantagem, que é ser silencioso e atirar de longe, é desbalanceada pela inteligência artificial escrota dos inimigos, que consiste basicamente ficar andando de um lado para outro, e isso se soma com a mira, que é bem travada.
Sentiu o bafo quente na nuca é facada no bucho na certa!
O restante do arsenal é muito tecnológico, lembrando as armas de Halo, com direito a raios de plasma e o escambau, fazendo com que o game tenha seus momentos mais bacanas no combate corpo a corpo, onde o Turok mata dinos na porrada ou na faca mesmo, com quick time events.
Cai dentro!
Os outros modos são mais do mesmo, assim como todos os outros aspectos do game, rola um co-op online, mas nada pás de merecer algum destaque.
No final a parada é um Halo genérico na selva com dinos bem mediano, o que me dá o direito de dizer que a franquia morreu mesmo com a Acclaim, pois tudo o que o nome Turok significava (dinos, gore e armas incomuns) não está presente aqui, e Turok sempre foi um dos melhores FPS do N64.
"Sai pra lá, já disse que não te amo, porra!"
Ou seja, só jogue isso se você quer ser paleontólogo, já que os dinos são bem legais de se ver e têm ótimas animações, ou se você curte um tiroteio linear desenfreado e tá cagando pra detalhes, agora, se você curtia a série original, vá jogar qualquer uma das versões anteriores.
Prós e Contras
- Dinos bem feitos
- Ação Rambo nonstop
- Gráficos pouco detalhados
- No gore
- Nada de armas putaqueparíveis
- Decepcionante para fãs da antiga série
Vídeo
Marcadores: 2008, Aventura, Ação, Primeira Pessoa, Tiro

Gênero: Ação
Produtora: Radical Entertainment
Distribuidora: Activision
Lançamento: 09/06/2009
Nota: 7,0
Review
Chamado por muitos por aí de "Protohype", o novo game de "super anti-heroi pica das galáxias" da Activision prometeu, prometeu e só cumpriu uma parte das lambanças todas que falavam por ai.
"Caramba, fui fazer força e a parada marrom veio pra cima!?"
Longe de ser ruim, a parada louca de andar por Nova York arrebentando tudo já tava mais que batida, mas o que mantinha a alta das expectativas era o prometido enredo de quadrinhos adultos. Se quadrinhos adultos tiverem enredos assim, prefiro continuar lendo a Turma da Mônica.
"Não vejo a hora de descer dos andaime... com Schwarzenegger tombém o Van Daime!"
Na boa , o personagem principal, Alex Mercer, acorda em uma mesa de autópsia num necrotério qualquer da vida, e descobre que tem super poderes. Andar pelas paredes, jogar carros a centenas de metros e sovar tudo pelo caminho é bem basicão, então acrescentem um super pulo chupinhado de quinhentos jogos do Hulk, a habilidade de planar como um esquilo voador(é sério) e um braço mutante que, ora vira um tremendo par de espadas, ora um chicote nervoso.
"Opa, deixa que eu levanto pra você trocar o pneu"
Não tem como negar que os poderes de Alex são bancanas e, apesar de limitados no inicio, não demoram muito pra serem ampliados. O problema é que muito do que você vai ver é tirado direto de outros games, alguns até da própria Activision. Parece que pra não pagarem a Marvel e usarem o Homen Aranha de novo, criaram um personagem próprio pra sair mais barato e jogaram no mesmo mundo do amigão da vizinhança.
"Cadê minha revista da Turma da Mônica Jovem, seu requenguelo!?"
A historia é bem porquinha: depois que ALex acorda sem memória, ele percebe que estão querendo matá-lo, então foge em busca de ajuda pra entender o que é que tá pegando. O lance é que um vírus letal (malditos virus! Sempre eles!) que está transformando áreas da cidade em redutos de monstros bizarros e cidadãos em mutantes sedentos de sangue. O exército está nas ruas tentando conter a epidemia, mas não faz isso muito bem, então cabe a você surrar os monstros e também o exército.
"Desculpe se fui grosso e te machuquei por dentro"
O problema é que uma das habilidades mais bacanas do game também se torna uma das mais maçantes: Alex tem o poder de absorver seres vivos e assumir suas formas. Pessoas chaves devem ser absorvidas, assim suas lembranças passam pra Alex e é dessa forma que você vai descobrindo as nódoas do enredo.
Dizem que essa babosa é ótima para passar no cabelo e empalar vagabundos
O problema é entre a guerra e a pancadaria rolando solta, você procurar o Dr. Fulaninho para absorvê-lo e descobrir uma parte insignificante do enredo que só vai ter sentido depois que você absorver as duzentas pessoas necessárias pra entender essa lambisgóia toda.
"Óia a cobra! É mentira!"
A jogabilidade não tem nada a acrescentar: tudo chupado direto de Hulk: Ultimate Destruction misturado com um pouquinho de Spiderman "bote o subtitulo que voce quizer aqui". O problema é que, para um sandbox, não tem muita variedade de missões pra fazer fora das principais.
"Tô esperando há tanto tempo que criei até raiz!"
Apesar da liberdade pra andar de um lado pro outro na cidade, você vai basicamente de um ponto A ao ponto B cumprindo as missões do enredo direto e sem folga. Fora o fato de que o game é fácil demais. Alex é tão fodástico que não tem inimigo que faça frente à máquina de destruição que o cara é.
"Volta pro gibi do Spawn que eu aqui sou só chupado do Darkenss!"
Os gráficos não são grandes coisas, mas tambem não deixam a peteca cair. Dá pra ver que ele está melhorzim do que qualquer sandbox por aí, mas também não tão bom assim. O detalhe bacana é a quantidade de NPCs na tela ao mesmo tempo: Helicopteros, tanques de guerra, soldados , monstros, infectados e humanos correm feitos loucos de um lado pro outro em quantidades absurdas. E você simplesmente sacode o chicote bolado e corta trocentos deles ao meio. Fora os golpes especiais, ativados quando uma barra de Rage se enche, que são foderosos: espinhos saem da terra e destroem trocentas pessoas e joga duzentos carros pro alto. NIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIICE!
Se a sua mina tiver naqueles dias, nunca coloque a boca lá...
Sim, Prototype é sangrento, e deveras divertido, mas fica devendo muito pelo que foi prometido pela Activision. É um bom jogo de ação que dá pra passar um final de semana. Quem for louco por jogos sandbox e de ação vai curtir muito, mas com certeza vão ficar com aquela sensação de "já vi isso em algum lugar".
Prós e Contras
- Graficos competentes
- Poderes bacanudos
- Personagem pica!
- Enredo clichê e pobre
- Jogabilidade 100% chupinhada
- Muito fácil
Vídeo
Legendas por Shinkoheo

Gênero: Ação
Produtora: Double Fine Productions
Distribuidora: EA Games
Lançamento: 13/10/2009
Nota: N.A.
Preview
Até que enfim um jogo de ação da Next-Gen que possa se dizer HEAVY METAL!
Seria esse o templo do metal?
A versão demo, como sempre, dá uma palhinha do que haverá no produto final, mostrando por exemplo a primeira arma que você adquire no game: um machadão fodástico, e logo após pegá-lo aparece a opção se você quer gore ou não (perguntinha estúpida).
Jack Black cuspido e escarrado
A ação do jogo consiste em matar uma série de demônios, e logo em seguida você já descola a sua segunda arma, Clementine, uma guitarra que funciona de duas maneiras: aperte X para fazer riffs que eletrocutam seus inimigos ou segure para invocar fogos infernais que deixam seus pobres inimigos em pó, e há trechos em que você dirige um hot rod repleto de chamas afudê e haverá também vários mini-games no maior estilo Guitar Hero e Rock Band.
"Shaaarrooonnnnn!!
Já é sabido que Brütal Legend contará com a participação de lendas do rock como
Ozzy Osbourne, Lemmy 'Killmister', Rob Halford, entre outros, com uma trilha sonora repleta de metal.
Vídeo

Gênero: Aventura
Produtora: Rocksteady
Distribuidora: Eidos
Lançamento: 25/08/2009
Nota: 9,7
Review
Desde sempre os jogos de super-heróis acabam sendo meia-boca, sobrando poucas exceções de qualidade, pois a maioria acaba fazendo uso de outros jogos como base e geralmente resultam em games superficiais e de curta duração.
"Curta duração? Comigo nada pode ser de curta duração, meu pudinzinho"
Batman: Arkham Asylum é o extremo oposto disso, o game é ultra-caprichado, feito com muita atenção aos detalhes e muito cuidado para agradar tanto aos fãs quanto jogadores casuais e avoados em geral.
"Bobeou toma na fuça, rapá!"
O game se passa inteiro no interior do complexo do Asilo Arkham, instituição que abriga os criminosos insanos de Gotham City e que empresta o nome ao jogo.
Tá, criminosos insanos e algumas aberrações também
O conceito e história do game, tal como muitas HQs, contam com certa liberdade de criação, já que Arkham está localizado numa ilha e existe uma batcaverna no seu subterrâneo, mas isso é o de menos, já que a ação e a exploração mandam bala muito bem.
"And that's why every body wants a piece of the action!"
As lutas são de simples execução (mas nem por isso fáceis) e fodásticamente fluidas, é um botão de ataque, um de contra-ataque e outro que o Batman joga uns morceguinhos em cima do oponente para abrir sua guarda. Só esses comandos abrem possibilidades para vários combos, defesas, e situações, gerando lutas cinematográficas melhores do que em qualquer um dos filmes do Joel Schumacher.
"Não curto punks de butique, tome aí um batchute no estômago!"
A exploração segue num ritmo bom, sem muitos pontos empacáveis, geralmente resolvidos com o uso do Detective Mode, semelhante com o senso animal de Wolverine no X-Men Origins, mas muito melhor utilizado.
Dá pra enchergar por baixo da roupa da mulherada com isso?
Há pontos de exclamação do Charada espalhados pelos cenários e pedras com crônicas de Arkham, que aumentam a quantidade de extras liberados, tal como a porcentagem de conclusão do game.
Opa, o morcegomem tem um ótimo handjob, rapá!!
O principal vião é o Coringa, que conta com sua assistente Harlequina, ninfeta total, com a aparição de Croc, enoooorme, do Espantalho, que traz partes muito bacanas quanto o Batman respira a sua toxina, com sistema de plataforma, lembrando bastante uns lances dos God of War, e a Hera Venenosa, nunca vista tão gostosa e tão pelada... pena que sua pele pareça folha de repolho.
Fala se não merecia uma foto de corpo inteiro!!??
Todos os brinquedinhos do Morcegomem são passivos de upgrades, tal como sua armadura e novos movimentos que podem ser comprados conforme se evolui no game.
Telinha básica de upgrades
Os gráficos estão perfeitos com ótimos efeitos de sombra , o que é crucial para um jogo deste personagem, e texturas muito bacanas.
"É a cabeça daquele que eu vou chutar agora"
O trabalho de dublagem é excepcional, contanto com os dubladores da melhor série animada já feita do Homem Morcego, a The Adventures of Batman e Robin (com exceção do Robin, é claro), inclusive com Mark Hammil, o Luke Skywalker, de Star Wars, como Coringa.
Uma pegada dessas ia quebrar a traqueia de qualquer um
Um lance que ficou ótimo é o fato de os produtores não terem se inspirado e/ou baseado no Cavaleiro das Trevas, do Christopher Nolan, onde o Coringa do finado Heath Ledger usa maquiagem, tudo no game no tem identidade própria.
"Let's put a smile in that faceah!
Pontos fracos: você não dirige o Batmóvel, o Charada não aparece pra nada, somente a sua voz, e o sincronismo das bocas poderia ser um pouco melhor, tendo em vista que jogos de menor qualidade são melhores nesse quesito.
Aliviando os gases antes de agir
Resumindo, finalmente Batman recebeu um jogo à altura de sua idade, fama e foderosidade. Batman: Arkham Asylum é disparado o melhor jogo do famoso personagem lançado até o momento, pois soube captar com excelência as partes boas de suas melhores obras, tanto das HQs quanto dos filmes, séries e desenhos animados, resultando no melhor jogo do ano, e um dos melhores já lançados até o presente momento.
Prós e Contras
- Adaptação perfeita
- Ótima história
- Combates muito fluídos
- Câmera muito bem regulada
- Gráficos foderosos
- Áudio e dublagem perfeitos
- Muito conteúdo extra
- Viciante
- Poderiam ter utilizado melhor alguns dos vilões
Vídeo




