
Gênero: Ação
Produtora: Team Ninja
Distribuidora: Tecmo
Lançamento: 03/06/2008
Nota : 7,5
+ Violentíssississississimo
+ Bonito de se ver
+ Chefes bacanudos
- Loadings demorados
- Difícil
- Conquistas safadas
- Controles engasgando
Qualquer gamer na faixa dos vinte anos já conhece o foderoso Ryu Hayabusa. Quem tem la seus quinze deve ter visto o sacana fazendo ponta na série Dead or Alive pra pagar as contas, já que o mesmo ficou no limbo por no mínimo uns dez aninhos até resurgir em seu habitat natural: os jogos de ação, no xiboquinha em 2004. Como a maioria pulou a fase (cheat!) do xbox original, a oportunidade de ver o Ninja em ação veio com Ninja Gaiden II. Sabendo disso, a Team Ninja caprichou no polimento e na sanguinolência para agradar a macacada.

"Adorei minhas novas facas Ginsu!"
NG2 é basicamente um jogo de porradaria rápido, misturando Beat 'N Up com Prince of Persia. Um botão com golpes rápidos e fracos tira alguma energia e alguns membros dos adversários, um golpe forte e lerdo suga energia e, se o adversário já estiver com um membro cortado, ele é finalizado. Basicamente a mecânica do jogo é essa: Fatiar! Tem coisas de ninja como estrelinas, bombas, arco-e-flecha e algumas armas diferentes como um bastão, uma espada dupla, garras de Wolverine e mais um sem-fim de vermes para serem fatiados e golpes especiais carregando um botão que você quase nunca tem tempo de usar.

Literalmente com fogo no rabo!
Diferente dos games de 8 bits, aqui o lance é mais viagem, então enfrentaremos ninjas que viram aranhas, cães que duelam com espadas na boca, lobisomens e outros seres de profunda bizarrice em cenários inspirados no nosso mundo. Tóquio, Veneza e Nova York (essa com direito à Estátua da Liberdade), estão na lista.

"Faz mió aí, Bruce Lee!"
Os chefes geralmente têm o dobro (ou triplo) do seu tamanho e são dureza pra serem derrotados, necessitando do uso de reflexos ninja, o que faz do jogo, que seria relativamente curto, uma experiência prolongada pelas constantes mortes. Por vezes você vai se ver apanhado por inimigos que estão fora da tela ou com mais gente à sua volta do que dá contar, o que nos leva a arrancar uns pentelhos. Mesmo assim, pra quem é veterano na franquia nova, está bem mais fácil que o primeiro.

"OOOOOOOOOOIA! Vê lá o que que tú vai fazê com esta porra, hein!"
A jogabilidade tem uns probleminhas, principalmente na movimentação de Ryu. Por vezes, ao tentar correr pelas paredes para passar por um buraco, o cara sobe em linha reta, ou quando se tenta usar o wall kick pra subir, ele quica numa parede nada a ver com onde você indica. Até pra se mover, às vezes se bota pra um lado e ele dá uma voltinha de "peru louco" antes de ir pra onde você quer, ou quando se usa a "Jesus Abiity" para correr sobre a água e o cara afunda.

"Deixa eu tirá essa cera do teu ouvido, manolo!"
Outro probleminha são os loadings. Se estiver carregando do HD, dá pra dar uma boa amenizada, mas pelo disco a gente sofre! O pior é que a cada morte sua, o jogo carrega novamente, mais rápido, mas carrega, e se morre muito nessa merda! Ah! Se vir alguem com 1000 pontos nesse jogo, o cara tem que ser doente mental, porque as conquistas são, na sua maioria, absurdas, como zerar o jogo usando uma só arma principal por míseros cinco pontos. Imagine zerar uma vez com cada arma!

"Faz mió também, Van Helsing!"
Como o jogo é meio antigo, os gráficos, apesar de belos e fluidos, não possuem tantos detalhes. Efeitos bacanas e movimentação frenética são exigências desse estilo de game mas às vezes o game fica meio clean de mais, meio genérico.

"Faz mió agora, X-23!"
Comprar ou não comprar
Pra quem curte um bom jogo de ação, ainda hoje é recomendavel jogar essa bagaça, principalmente pra desestressar e esquentar a navalha para o terceiro, que deve pintar no ano que vem.
Marcadores: 2008, Ação, Aventura, Beat 'Em Up, Gore, Plataforma

Genero: Ação
Produtora: Double Helix
Distribuidora: Warner Bros Interactive
Lançamento: 07/06/2011
Nota: 7,5
+ Bem produzido
+ Ataques bacanas
+ Legendas em português
- Repetitivo
- Relativamente fácil
- Alguns probleminhas de estrutura
Jogos de filme geralmente são uma tristeza, mas às vezes alguns brilham. Não é este o caso do Lanterna Verde, mas se ele não brilha, pelo menos uma luz no caminho ele deixou!

Ainda bem que eu joguei Battletoads!
Basicamente, o game é um Beat´n Up estilo God of War, porém focado em combate direto o tempo todo, com alguns puzzles e chefes pouco inspirados. A variedade de habilidades é que dá um charme ao jogo. Os ataques básicos são meio decepcionantes, considerando que o cara pode criar qualquer coisa com seu anel (ui!), um taco de baseball não seria uma escolha sensata pra destruir robôs assassinos.

"Joga logo essa porra dessa bola!"
Conforme se evolui, novas formas de ataque podem ser compradas, e é aí que o game fica interessante: até um jato pode ser criado pra dar um rasante nos robôs maledetos! De vez em quando, umas seções onde o personagem voa em direção a alguma coisa atirando raios com seu anel, surge pra dar uma quebrada na porradaria, mas são simples, pouco inspiradas e se repetem em demasia.

"Tenho que jogar maYour Fitness. Essa porra pesa!"
O game tem até um multiplayer que em nada muda a história nem a mecânica, mas que gera uma situação deveras engraçada: mesmo estando com um aliado, os personagens continuam conversando como se fosse por um walk-talkie. No single, com você sozinho na tela, é compreensivel, mas estando um do lado do outro...

"Ao infinto e além!"
Os gráficos são consideravelmente bons, agradáveis de se ver e tudo o mais, mas não são exatamente algo com o que se embasbacar. Som bacaninha e dublagem legal fecham o pacote.

"Olha o tamanho do meu bate-bag!"
Comprar ou não comprar
Como todo jogo de filme, o tempo de duração da bagaça é quase que o do longa metragem de cinema, então não espere um jogo muito longo. Seria mais recomendável alugar pra um fim de semana de diversão descompromissada do que comprar a preço de ouro, mas definitivamente vale a pena dar uma olhadinha.
Marcadores: 2011, Aventura, Beat 'Em Up, Cinema
Assinar:
Postagens (Atom)




