
Gênero: Aventura
Produtora: Playlogic
Distribuidora: Playlogic
Lançamento: 27/10/2009
Nota: 4,0
Review
Taí um jogo que tinha tudo pra ser bacana, afinal, quem não queria jogar um "LEGO alguma coisa" com decaptações sanguinolentas ao invés de pecinhas? Pois, é, mas acabou sendo uma bela tranqueira.
Passando no açougue.
Fairytale Fights pega personagens de contos de fadas para se matarem no melhor estilo Happy Tree Friends, mas isso é a única coisa que acaba sendo legal no game.
Olimpíadas do Faustão
O estilo dos gráficos é até bacana, mas tudo é extremamente serrilhado, sem nenhum efeito de nada e os cenários são lotados de paredes invisíveis, sem contar que muitas vezes é até difícil saber qual é o caminho que deve ser seguido.
"Porra, vou ter que chamar o Sr. Lobo pra limpar a sujeira"
A jogabilidade é estranha. Até se esforçaram pra fazer algo diferente, utilizando o analógico direito (não direito no sentido de na maneira correta, e sim, do lado direto), mas se fosse um simples apertar de botões como em qualquer jogo da série LEGO, a coisa seria melhor.
Livro pra cego
Os objetivos são simples, a ação é repetitiva pra caraleo, e tudo é acompanhado por efeitos sonoros bem meia-boca. Talvez os produtores até tinham a intenção de fazer algo meio nostálgico, mas ganharam um FAIL bem grande.
"Essa espada já furou várias virgens!"
No final das contas, Fairytale Fights é um game bem superficial que não merece nem ser alugado. Nem o multiplayer salva.
Prós e Contras
- Quando o jogo entra, você dá risada
- Controles péssimos
- Gráficos cheios de serrilhados
- Superficial é pouco
- Som digno de 16 bits
- Paredes invisíveis a dar com pau
- Repetitivo
- Repetitivo
- Repetitivo
- Repetitivo
Vídeo
Marcadores: 2009, Aventura, Beat 'Em Up

Gênero: Luta
Produtora: EA Canada
Distribuidora: EA Sports
Lançamento: 23/06/2009
Nota: 8,5
Review
A franquia que trouxe o boxe de volta à tona no mercado de videogames finalmente bateu os pés (ou as mãos) com exclusividade na geração atual trazendo tudo que deu certo na geração anterior. (Por ser um "mais do mesmo", para mais detalhes, leia o review de Fight Night Round 3.
Entrando no ringue e no review! Há!
Gráficos realistas com jogabilidade ágil e eficiente. Essa é a fórmula que Fight Night vem repetindo e que chega num nível impressionante, principalmente nos replays dos nocautes, onde se vê a expressão de "fudeu" nos olhos da vítima, as gotas suor voando, misturadas com sangue, a pele do rosto vibranco com o impacto, caraaaalho, empolga só de contar!!
Dá pra sentir o impacto pela foto!
O som, apesar da trilha sonora só com hip hops, colabora ainda mais para a sensação de realidade, tanto com a narração e comentários muito bem feitos e nada repetitivos, quanto com os efeitos sonoros da movimentação de pernas, socos, respiração dos lutadores e grito da galera, fazendo com que, tecnicamente, FNR4 seja quase perfeito.
Seria o cara fã do Scorpion?
Mas aonde estão os problemas? Eles estão justamente no modo carreira, traz aquela velha meta de se tornar o número um do ranking e ganhar o cinturão, mas que é muito cheio de detalhezinhos que enjoam rápido, isso sem contar os treinamentos, que se tornam um porre bem rapidamente, sendo muitos deles difíceis pra cacete de serem executados de maneira proveitosa.
Mirando para bater uma na bola!
A luta em si está um pouco mais travada do que em Round 3, onde era mais fácil se esquivar, defender e contra-atacar, aqui a parada exige mais perícia do jogador, fazendo com que ele empenhe um tempo considerável no game para se pegar as manhas.
Esse cara não tá caído pro lado errado?
O editor de personagens, que era perfeito no anterior, está bem inferior aqui, tendo que partir de templates pré-montados, que só o trabalho de escolher um semelhante a você já é complicado, pois não estão classificados em nenhuma ordem, fazendo com que essa seja a maior mancada do game.
Levando do negão na cara!
O multiplayer faz bonito tanto no offline, que dá pra tirar um barato em família, quanto no online, com o game rodando muito bem, praticamente sem lags.
"Isso, põe a bundinha aqui no meu ombro!"
Fight Night Round 4 é, de longe, o melhor jogo de boxe da atualidade e segue tranquilamente sem qualquer ameaça de concorrência. Obrigatório pra quem curte o esporte ou qualquer jogo de luta.
Prós e Contras
- Gráficos bem realistas
- Bastante personagens
- Customização bem abrangente
- Ótima jogabilidade
- Som bem imersivo
- Ótimas lutas online
- As lutas no anteior eram mais fluidas
- Modo carreira com muitas frescurinhas
- Alguns treinamentos são um saco
- O editor do anterior era bem melhor
Vídeo

Gênero: Musical
Produtora: Neversort
Distribuidora: Activision
Lançamento: 22/12/2009
Nota: 7,5
Review
Van Halen, uma das bandas mais importantes e influentes da música, merecia um jogo só pra ela, mas fazer da maneira certa seria muito mais complicado do que foi fazer o The Beatles: Rock Band.
O pai mais em forma que o filho... OWNED pro moleque!
Quem conhece um pouquinho só de rock sabe da frescura de Eddie Van Halen, David Lee Roth e Sammy Hagar, logo, seria impossível um acordo que permitisse a presença de todos no mesmo game. Resultado: um jogo somente com a fase David Lee Roth, que vai de 1979, o ano de lançamento do primeiro disco, até 1984, já que eles ainda não lançaram nada de novo e as gravações da discórdia, que causaram a saíde de Sammy do VH em 1996 não entraram no game.
Cantando... cantando... fácil, sem letra, só gritos de "yeah"!
Mesmo assim sobram músicas boas o sufuciente para segurar o game, porém, é só isso que ele tem de bom, já que foi feito em cima do Guitar Hero World Tour (e não do GH5, como seria o óbvio) e não contou com a banda para fazer a captura de movimentos, fazendo com que, tecnicamente, o jogo seja inferior ao GH Metallica.
Se isso fosse nos anos 80 o pé do DLR iria estar no lugar da mão!
Com o visual não é diferente, apesar de muito semelhante ao do Metallica, no geral se mostra um pouco inferior, com cabelos duros, personagens sempre com a mesma expressão (Eddie e Dave sempre sorrindo, Alex sério e Wolfgang com cara de bosta), e um Alex Van Halen que dá medo de ver tocando bateria, tamanha a falta de sincronia entre o que se ouve e o que se vê.
Essa nem "yeah" tem
A movimentação dos frontmen é muito tímida em relação ao que eles são ao vivo, mesmo levando em conta a idade deles hoje e, já que não foram eles quem fizeram o motion cap, isso poderia ter sido muito melhor explorado, com os exageros que deixaram eles famosos.
As roupas mais "macho" da história rock! Só perde pro Poison!
Os modos de jogo são os mesmos de sempre, sem modo história, apenas um carreira que só te faz tocar as músicas de palco em palco, com algumas referências a lugares que a banda tocou, mas bem sutis. O palco atual está total e fielmente reproduzido, mas os anteriores só muda a bateria.
Hoje, bem menos xabi!
O sistema de vocal dos GH é algo totalmente incompreensível, pois o que estava bom no Smash Hits está péssimo aqui, com o vocal original nunca sumindo como deveria, mas ao menos a linha de bateria está bem próxima do que se faz na realidade.
Tô falando que é fácil cantar nessa porra!
As músicas extras, de outras bandas até tem coisas legais e que fazem sentido estar lá, como Queen, Foo Fighters e Deep Purple, coisas repetidas dos RB ("Painkiller" e "White Wedding") e outros totalmente nada a ver, como Blink 182, Jimmy Eat World, Weezer e Yellow Card... não que essas bandas sejam ruins, mas a proposta não é ter bandas que influenciaram ou foram influenciadas pela banda título do game?
Whoo!
Não há absolutamente nenhum extra a ser liberado, como vídeos, entrevistas ou seja lá o que for e, no total, somente 47 músicas.
"Próximo show: Santa Rita do Passa-Quatro!"
Guitar Hero: Van Halen é um caça níquel dos grandes, no qual a Activision, ou seja lá quem for, não se esforçou para chegar a um acordo que proporcionasse a criação de um bom jogo, pagando pela própria incompetência com um game bem mediano que só vale a pena por ser Van Halen. Qualquer track pack do VH para o Rock Band seria superior a esse Guitar Hero.
Confira a lista das músicas nos comentários desse post.
Prós e Contras
- É Van Halen, porra!
- Ótima seleção do VH considerando a proposta do game
- Sem Gary Cherone
- Sem Sammy Hagar
- Gráficos bem meia-boca
- Sem nenhum extra
- Claramente feito às pressas e nas coxas
- Repertório extra em sua maioria fora do contexto
- Só 47 músicas
Vídeo




