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Alan Wake



Gênero: Mishtééério
Produtora: Remedy Entertainment
Distribuidora: Microsoft
Lançamento: 18/05/2010
Nota: 8,0


Review
Qualquer coisa que tenha a mão de Stephen King pode ser ótima ou péssima, dificilmente fica no meio-termo. Com Alan Wake não poderia ser diferente, passa longe do meio-termo, mas consegue ser os dois, ótimo e péssimo ao mesmo tempo.



Cena clichê de personagem pensativo

A história é muito porreta, apesar e já ser um clichê bem básico do King (mas que pode ser novidade pra quem não acompanha as coisas do cara). Alan é um escritor que vai fazer uma viagem com a mulher para um lugar isolado a fim de escrever um novo livro.


A Morte na sua fase grunge

Desde o começo, coisas estranhas acontecem, e Alan passa a viver situações que não se sabe se são reais, sonhos ou alucinações.


Paletó com ombreiras e capuz? Que tipo de gente veste um troço desses?

O suspense impera a todo o momento, tanto nas cenas quando com o game rolando, e é aí que vem a parte chata.


É um fantasma que nas horas vagas trabalha como soldador

Pra matar qualquer oponente é preciso apontar uma luz para deixá-los vulneráveis para, aí sim, dar uns pipocos nos nego. Até aí, legal, bacana, interessante, mas você vai fazer essa porra PELO RESTO DO JOGO INTEIRO!


Como os inimigos são sempre os mesmos, todos são soldadores!

Há alguns inimigos que são mais fortes e exigem outra estratégia para eliminá-los, mas são poucos e enche o saco matar clones (sim, pois são sempre os mesmos) a todo momento e exatamente da mesma forma.


Voltando aos velhos tempos: o efeito de um peido bem dado!

Os gráficos são muito bons, com excessão dos interiores de casas e tals, que são bem simples e sem frescuras, de resto, água, vegetação e efeitos de luz e sombra são impecáveis.


Esse carro é fake! Veja, o motor é apenas uma chapa desenhada!

O som é porretaço e colabora bagaraio para a imersão, criando um suspense que se a sua mãe vier te chamar no meio do jogo, você vai pular do sofá de susto.


O Pão de Açúcar no inverno?

A duração do game é na medida para os jogos de hoje, poderia até ser mais curto, já que é repetitivo pacas sete.


Se esse jogo fosse de ação o carinha estaria pulando com os braços pra cima!

Alan Wake é um jogo muito bem trabalhado em certos aspectos e extremamente desleixado em outros. Se tivesse uma ação mais bacana ganharia nota perto de dez, mas como pisaram na bola com isso, o oito ali tá de bom tamanho.

Pró e Contras
- Ótima e envolvente história
- Suspense até azora!
- Stephen King's hand
- Ótimos gráficos

- Ação extremamente repetitiva

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Gênero: Ação
Produtora: LucasArts
Distribuidora: LucasArts
Lançamento: 16/09/2008
Nota: 8,1


Revision
Há vários jogos da série Star Wars no mercado, a maioria de qualidade duvidosa, mas Star Wars: The Force Unleashed é um item que, além de ser um bom jogo, contém uma história não contada nos filmes e considerada oficial pelos fãs da parada, pois tem o dedo do senhor Lucas enfiado nela (ui!).



Aquiles do Brad Pitt fazendo escola

Em Force Unleashed você joga como um sith que foi aliciado por Darth Vader, fazendo trampos sujos para o vilão mais fodão do cinema do tipo "vá ao planeta tal e mate fulano".


"Vai, joga logo essa maçã aí!"

A história se passa entre os episódios III e IV e mostra coisas bem interessantes da trama, fazendo links que ficaram abertos nos filmes com um personagem que vai desenvolvendo sua força de acordo com o que o jogador quiser, sendo que na primeira fase, jogada com o próprio Vader, já dá pra ter noção do que você pode ter em mãos.


Quando Soul Reaver encontra Assassin's Creed

O jeito que a força é abordada no jogo é bem bacana. Tudo que você vê no cenário pode ser movido e atirado contra oponentes ou coisas, talvez bem por isso os gráficos não são lá muito detalhados, mas os efeitos de física e impacto são bem bacanas (quando alguns bugs não atrapalham).


Bonequinho de vudu!

A jogabilidade é boa, salvo o sistema de mira para o uso da força, que às vezes conseguem deixar qualquer um irritado, e alguns problemas de câmera, que pode ser ajustada manualmente na hora da treta.


"Hoje a galáxia registra doze anos-luz de congestionamento"

Quando você mata os monstros maiores e alguns chefes (geralmente os grandes) entra aquele esquema de finalização que ficou famoso (e muito bem executado) nos God of War, de apertar os botões que aparecem na tela para dar sequência aos golpes, mas o funcionamento disso é bem superficial, em alguns casos, errou, simplesmente começa de novo.


Um pitbull gigante embabado em ectoplasma

O trabalho de dublagem é bem competente, os efeitos sonoros são tirados diretamente dos filmes e a trilha sonora é própria, composta exclusivamente para o jogo e tão boa quanto às da telona.


O Mundo de Mario na vida real

O game acaba sendo uma mistura de God of War com Devil May Cry somados ao universo Star Wars. Rola boas pancadarias, dá pra sair na mão, ou melhor, no sabre, com todo mundo e também acabar com rencas de oponentes só usando a Força, que não é infinita, sendo limitada por uma barra que evolui conforme se avança no jogo e se conquista certas coisas.


"Porra, por quê que nunca sai hadouken?"

Há também o modo versus, que é muito semelhante ao do Star Wars - Episode III: The Revenge of the Sith, que é meio que um Street Fighter com dois personagens utilizando os goles do jogo. Bacana pra tirar um barato com a galera offline.


Isso, Luke, olha bem, só olha enquanto o cara te corta em dois!

Star Wars: The Force Unleashed é um ótimo jogo, obrigatório para fãs e uma boa pedida para os leigos no assunto, até para aqueles que odeiam os filmes, pois como jogo funciona muito bem e já tem uma sequência vindo por aí que, provavelmente, terá os erros do primeiro corrigidos.

Prós e Contras
- Ótimo para fãs da série
- Boa história inclusive para não fãs
- Cenários com ótimo design
- Utiliza a Força de um jeito porreta
- Desafio na medida
- Física bem realista salvos os...
- ... bugs
- Alguns problemas de câmera
- Sistema de mira impreciso


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Gênero:
Plataforma
Produtora:
Dimps Corporation
Distribuidora: Sega
Lançamento: 3Q/2010
Nota: 4,2



Review
Vamos lá fazer um review rápido do game mais lento do Sonic! Isso, você leu certo! Justamente esse game, que era para ser o ápice da série em HD, com gráficos fodaços e jogabilidade old school, infelizmente nosso amiguinho azul mostrou que está velho e cansado.



Isso sempre foi uma propaganda subliminar de macarrão parafuso!

Para dar uma alegrada podemos falar que os gráficos estão bonitaços, abusando de todas as cores vivas que sua TV pode oferecer, mostrando que capacidade de design não é o fraco da SEGA, apesar de a construção do cenário ser menos fluida do que os anteriores, mesmo se você jogá-los hoje em dia (que também estão disponíveis na Live, Wii Ware e PSN).


Altos efeitos de Photoshop pra deixar tudo com cara de plástico!

O jogo é travado, não no sentido de dar pau, mas aqui Sonic corre como se estivesse todo borrado, e a estranheza do movimento das pernas do bixinho com a velocidade é visível até por quem não manja porra nenhuma de games ou tem déficit de atenção extremo.


Tá certo o termo, todos os cenários são uma "zona" mesmo!

É vergonhoso esse tipo de defeito e, em se tratando de um game em que correr é a principal característica. Porra, é a mesma coisa que fazer um Street Fighter onde o Hadouken do Ryu é igual o do Dan! É difícl de aceitar isso e ter a vontade de tocar o jogo pra frente com tanta indignação.


Corre feladaputa cê vai moréêêê!

Se você insistir, pode até se divertir um pouco, mas logo percebe que não rolou nenhum carinho na construção desse game, tudo parece jogado numa receita pronta em HD, que no final o game é algo como o hambúrguer mais bonito do mundo só que frio e azedo.


Não era pra dar pra ver seu pé nessa hora pô! CORRE ACRAIO!

Poderia tentar puxar sardinha pro som e outras características legais pra levantar a bola do bichinho azul, mas pararei por aqui, compre isso por conta e risco pois é daquelas coisas legais que só servem pra você falar que tem.

Prós e Contras
- Gráficos Bunitoxos
- Sonic Capenga
- Fases mal feitas


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Testado com os games: Guitar Hero 5 e Rock Band 2
Nota: 9,7

Review
Fazer reviews de controles-instrumentos é algo meio complicado. São basicamente a mesma coisa, com a diferença em algumas características que muita gente nem se liga, mas que pra quem curte e é detalhista, fazem toda a diferença.



O kit taê e já teve umas promoções boas por aí!

A Guitar Hero 5 Stand Guitar, que vem no bundle do GH5 e também é vendida separadamente, é basicamente a mesma guitarra do Guitar Hero World Tour, só que vem com uma faceplate diferente, que simula um acabamento laqueado sparkle, aquele com purnurinas, vermelho.


Da versão GH World Tour pra GH5 praticamente só muda a faceplate

Talvez a maior vantagem das guitarras dos GH em cima às dos Rock Bands seja a resistência, elas aguentam o tranco, até na pancadaria. Outra diferença básica é a suavidade dos botões do braço, que não fazem barulho, e o sistema de palhetada, barulhento até o GH 2 e silencioso neste modelo, mas justo como as anteriores.


O detalhe mais importante: está com uma faceplate diferente!

Além de ser sem fio (o que já não é grandes coisas hoje em dia), o maior diferencial deste modelo é o trecho de slide, na parte inferior do braço, que não são botões, e sim sensores para tocar aquelas notas meio transparentes dos GHWT, Metallica, GH5, Van Halen e Band Hero, mas totalmente dispensável, já que é horrível saber aonde está o seu dedo, já que não tem nada para servir de referência.


A coisa mais whatever inventada num Guitar Hero!

No fim das contas a Guitar Hero 5 Stand Guitar é a melhor guitarra-controle disponível no mercado, funciona em todos os jogos já lançados das duas franquias, é resistente bagaraio, desmontável (o braço se separa do corpo) e ainda dá pra tirar a faceplate, dar uma costomizada e colocar de volta pra deixá-la com outra cara. Aprovadaça!

Prós e Contras
- Wireless = liberdade de movimento e distância
- Resistente
- Desmontável

- O sistema de slide é totalmente dispensável

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Gênero: Musical
Produtora: Demiurge Studios
Distribuidora: MTV Games
Lançamento: 08/06/2010
Nota: 7,0


Review
Pois é, rapaz, quem falou que os Rock Bands são ou superproduções ou meros track packs pra quem não tem live? Agora eles lançam o maior caça-níquel da história dos games musicais aproveitando o hype do fantástico The Bealtes: Rock Band com tudo o que tem de ruim nos Guitar Heroes exclusivos de bandas!


O visual emoderno que criou tendências coloridas!

Green Day até tem uma hitória pans no meio musical, mas já era de se esperar que não segurasse um jogo sozinho, qualquer uma das três bandas que tiveram os seus Guitar Heroes (Aerosmith, Metallica e Van Halen) fariam infinitamente mais bonito com um jogo totalmente exclusivo do que acabou sendo esse Green Day: Rock Band.


Gravatinha de Avrill Lavigne no batera...

O jogo é basicamente o Rock Band 2 com músicas do Green Day (só deles), três palcos xelelentos e avatares dos caras da banda com visual de acordo com o do respectivo palco.


Espera aí, a música está sem letra!

Até que tem bastante músicas, mas ainda assim faltaram algumas indispensáveis, que fez certo sucesso com clipe na MTV e tocando a todo momento nas rádios.


E vamos fazer coro sem letra!

Tocar guitarra é fácil, baixo chega a ser boring e cantar... cantar... digamos que é o game musical com vocal mais fácil que existe, basta citar que o Shinkoheo tirou 100% no hard que o jogo já perde a sua dignidade.


Não é possível, esses caras devem estar cantando "Hey Jude"!

A bomba deixaram pra bateria, que está exigindo mais precisão do que no RB2 e, como as levadas são rápidas, acaba fodendo um pouco, mas o que era pra ser desafiador acaba sendo irritante e tu acaba dispensando o jogo rapidão.


"Laa, laa, laaa LALALALAAAAAAAAA, LALALALAAAAAAAAA HEEEY JUUUUDE!"

Ou seja, se você não é fã de Green Day, alugue ou pegue emprestado de quem é (ou de quem não é e se fodeu comprando), ou melhor, jogue na casa dele, que assim demora mais pra enjoar.

Pró e Contras
- Ah, é Rock Band, vai!
- Green Day não aguenta um jogo sozinho
- Apenas três palcos
- Faltaram diversas músicas
- Caça níquel total


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Genero: Ação
Produtora: Bungie
Distribuidora: Microsoft
Lançamento: 22/09/2009
Nota: 8,5


Revision
Mais uma vez estamos de volta ao universo futurista pica das galáxias de Halo pra meter chumbo nos covenant safados em prol da sobrevivência nesta nova versão de uma das franquias mais bem sucedidas do mundo do entretenimento.



"Pose pra foto tiu, é pra esse lado porra!"

Diferente de todas as outras, Halo ODST decide mostrar a guerra de uma perspectiva totalmente diferente: sai o visor do capacete do queridão Master Chief, entra a visão noturna do capacete do Novato, um integrante da famosa ODST (Orbital Dropshock Troopers, ou Tropa de choque orbital), tambem conhecida como hell jumpers, os saltadores do inferno.


"Mais um dia com o Sr. Bigode detonando uns ETs intergaláticos!"

Na boa , os caras são loucos, e isso você percebe já na abertura, quando seu personagem salta rumo à Nova Mombasa, na Terra, dentro de uma cápsula. Sim queridos, estamos de volta à Terra, na mesma cidade que Chief estava em Halo 2. E, sim, claro que há referências ao capítulo dois da série.


Aê, essa metranca é normal demais pa esse jogo pô!

O enredo é bem bacana e diferente do resto da série, já que você alterna entre vários integrantes da ODST, em situações e momentos totalmente diferentes, o que dá novos pontos de vista no que diz respeito à narrativa da série. Talvez Halo: Reach use uma perspectiva parecida.


Esse soco inglês é uma puta apelação!

O game não difere muito na parte gráfica de Halo 3, já que ele é considerado, de certa forma, uma expansã, mesmo sendo um jogo completo e com uma experiência solo sem ligação direta aos fatos de Halo 3. Dá pra ver que tem umas melhorias bacanas nos efeitos de luz e tals, mas ainda é Halo 3.


"Circulando bicho feio! Circulando!"

A jogabilidade não mudou nada, mas a situação de seus personagens faz a diferença. Chief era foda, então ele podia carregar duas Uzis, uma em cada mão, e pular dez metros, coisa e tal, sem suar. os ODSTs não, pois são humanos, saltam mais baixo, não se curam sozinhos (os danos a armadura recarregam com o tempo, mas energia necessita de Medkits), nem pense em duas Uzis, e isso muda toda a estratégia do jogo. Outra novidade é que o mapa é estilo sandbox, mas sem ser exatamente um Sandbox. A cidade continua meio linear, mas as áreas são bem vastas e dá pra explorar bastante antes de ir pro ponto marcado e concluir a missão. Outra coisa bacana é o visor do capacete dos ODST que, quando acionados, destacam os inimigos e os itens nos cenários, facilitando a navegação pelos mais escuros.


Ah não, agora tem robô do Sub-Zero e do Scorpion?!?

O grande destaque fica pro modo Firefight (tiroteio, por aqui). Pense o modo Horde de Gears of War, uma área limitada com monstros vindo em hordas cada vez mais mortíferas e um grupo (ou um maluco sozinho) tentando resistir. Fora que o pacote trás todos os mapas para multiplayers.


"Sai daí que esse patinete é do meu filho, seu retardado!"

Nada a declarar sobre o som, muito bom, quem conhece Halo sabe. Quem não conhece fica sabendo que é excelente. No Brasil o game foi lançado totalmente em português, assim como Halo 3. Quem pegar a versão americana também tem acesso a legendas em português, bastando deixar o idioma do console como português, mas, no caso, as falas in game (fora das animações) não têm legenda.


"Todo mundo com arma laser e eu com pistolinha? Que sacanagem!"

Halo 3: ODST é obrigatório para os fãs da série e uma ótima pedida pros de FPS em geral. Gráficos bacanas, apesar de ter melhores no Xiboca, som no ponto, narrativa inteligente e até uma boa dose de estratégia que pode entreter mesmo quem já jogou outro Halo e não curtiu. A mudança de personagens e suas caraterísticas diferentes do Chief fazem com que a outra abordagem da jogabilidade atraia novos adeptos e talvez espante alguns que podem vir a achar o novo um pouco difícil. Pena que o jogo é muito curto.

Prós e Contras
- Bons gráficos
- 100% em português
- Enredo Bacanudo
- Cérebro em vez de balas
- Tiroteio!
- Todos os mapas Multiplayer

- Muito curto
- Pode ser mais difícil que os outros
- Sandbox sem ser Sandbox


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Legendas por Shinkoheo