
Gênero: Corrida
Produtora: Bizarre Creations
Distribuidora: Activision Blizzard
Lançamento: 25/05/2010
Nota: 8,5
+ Gráficos belíssimos!
+ Tiro pra dar e vender!
+ Carros licenciados
+ Pistas animais!
- Sistema de colisão fraco
- Músicas sem graça
- Pode ser difícil cumprir 100%
Aqui está o substituto ideal dos games de corrida de mascote com tiros! Trocando os bonecos fofinhos por possantes reais e os cascos de tartaruga por lazers de neon, Blur trás o melhor das corridas frenéticas com o melhor dos tiroteios dos games de mascote padrão Mario Kart!

WOO HOO!
Bacana até dizer chega, a proposta do game é muito simples: chegue em primeiro, nem que pra isso seja necessário destruir todo mundo! Como? Com itens espalhados pelo cenário que se convertem em armas de luz e que em nata têm a ver com Star Wars!

♫ I got my head checked By a jumbo jet It wasn't easy But nothing is, no
Mas não é só isso! Você precisa angariar o maior numero de fãs possível dentro da corrida pra destravar bônus! Isso mesmo, fãs! Cada corrida tem uma meta de fãs a ser atingida e uma tarfea que gera muitos fãs. O restante se ganha atingindo os adversários com as mais diversas armas, criando combos e tals, tudo pra ganhar uma forcinha extra da galera.

♫ Woo-hoo, When I feel heavy metal!
Cada prova tem cinco pontos disponíveis: três pela sua posição no fim da corrida, um pelo cumprimento da tarefa e mais um por alcançar a meta de fãs. Quanto mais pontos, mais carros e corridas são desbloqueados.

♫ Woo-hoo, And I'm pins and I'm needle!
Os gráficos são high level! Coloridos e vistosos, parecem rodar numa engine melhorada do Project Gotham (Batmááá) Race 4, que é da mesma produtora. A sensação de velocidade é muito boa, as pistas são parrudas e cheias de detalhes, algumas bem longas e mesmo com a quantidade de carros mais os tiros e tudo o mais, o jogo não dá um tropeço sequer.

♫ Woo-hoo, Well I lie and I'm easy!
A jogabilidade engana. Parece simples, e de certa forma é, mas pode se tornar mais complexa do que você imagina. O primeiro detalhe é analisar a pista e o carro a cada corrida. Porque disso? Nem sempre o mais ferrado dos carros é o melhor! Pistas estreitas requerem carros menores e mais firmes, pistas largas pode se usar os mais parrudos, nas off-roads, um 4x4, e assim vai.

♫ All of the time but I'm never sure why I need you
Existem quatro tipos de armas: os mísseis perseguidores vermelhos, o tiro reto triplo roxo, uma bola de energia amarela, que funciona como uma mina, e um raio que cai e joga todo mundo pro alto. Fora isso temos um escudo, um turbo e uma ferramenta que enche a energia do carango. Você pode carregar até três armas de uma vez, que ficam expostas embaixo do carro. Com o toque de um botão, você alterna entre elas e pode usá-las como bem entender ou descartá-las. Qual a função disso? Criar combos, meu queridão!

♫ Pleased to meet you
Cada pista tem diferentes caminhos que não são atalhos necessariamente. Uma pista por exemplo, pode ter uma ladeira que dá numa parte alta, um túnel e um caminho reto, cada um com suas particularidades e todos dando no mesmo lugar. Claro que essas particularidades beneficiam um certo tipo de carro e prejudicam outros, então pegar o caminho que melhor se adequa pro seu veiculo é o básico. Mas até onde vale a pena subir uma ladeira com um carro 4x4 pesado pra pegar um míssil teleguiado ao invés de pegar ma reta enlameada onde o carro voa baixo, é com você.

WOOOOOO HOOOOOO!
Por falar nos carros, todos eles são carros reais licenciados e enquanto temos uns monstros do asfalto moderno, temos tambem raridades das pistas, mas nada de lataria brilhante e papagaiada: todos parecem veículos de guerra, sem firulas e simples. Pena que o sistema de colisão é meia-boca, apenas visual, sem influenciar na dirigibilidade, com sons smuito bons, musicas meio apagadinhas mas que se adequam com qualidade à proposta do game. Mesmo que nenhuma delas grude na sua memória, elas não incomodam durante a corrida.

♫ Ohhhh Yeah \m/
Blur é um jogo de corrida com diversão pra dar e vender. Parece muito com um Mario Kart, mas você não precisa ficar com pena de tacar uma tartaruga na princesa. Peca na seleção musical, talvez, e na dificuldade, que pode se tornar um problema ou não (vai do nível de vício de cada um), além do sistema de danos, mas que não influencia em nada na qualidade final e na diversão garantida.
Se curtiu vai procurar o vídeo do jogo seu vagabundo!
Legendas por Blur - "Song 2"

Gênero: Ação
Produtora: Vigil Games
Distribuidora: THQ
Lançamento: 05/01/2010
Nota: 8,5
+ Gráficos excelentes
+ Mundo aberto e variado
+ Inimigos gigantes e bem feitos
+ Puzzles inteligentes
+ Pencas de formas de destroçar
- Controles complexos
- Slowdowns e screnn tearings constantes
- Pode não agradar os fãs de realismo
Para aqueles que são fãs de games de ação com porradaria, o ínicio de 2010 foi um prato cheio, com o lançamento quase que simultâneo de aguardados três games do estilo: Bayonetta, Dante´s Inferno e Darksiders, o game em questão nesse review!

Estrela ninja medival style! Não dá pra chamar de "estrelinha"
Dos três, sem dúvidas, o mais cabeça é Darksiders. Indo um pouco além da porradaria desenfreada, dos baldes de sangue e de puzzles simples, o game bebe da fonte não só de God of War, mas também de liberdade e inteligência de Zelda: Ocarina of Time.

"Aê, seu chifrudo, tu é parente do 'Hello Stranger'?"
Baseado em uma história em quadrinhos, Darksiders conta a história de War, o cavaleiro do apocalipse. Quando anjos e demônios começam uma guerra em pleno planeta Terra, War sobe pra por um fim no embate. Lutando somente por si, ele abre caminho destroçando anjos e demônios for real a fim de manter o equilíbrio do combate, até que um mal superior se liberta e desequilibra as coisas.

"Aprendi essa com o Bátima!"
O lance é que durante o combate, os poderes de War são drenados e ele acaba sendo levado a julgamento pelos os anciãos, um trio de Deuses que de certa forma são responsáveis pelo equilíbrio do universo, pois, de acordo com eles, War quebrou as regras e começou a guerra do fim do mundo 1000 anos antes do previsto, além de libertar The Destroyer, um demônio que levou ao fim a humanidade e a derrota aos anjos! Mas o cavaleiro diz que foi despertado e chamado à guerra, então os anciãos dão uma chance a War de retornar à Terra e provar que é inocente em meio a essa porra toda.

Baú gentilmente fornecido pelos manos do God of War
A pancadaria rola solta no melhor estilo God of War. War, o personagem, é uma máquina de destruição ignorante, com uma espada mais ignorante ainda e arranca a cabeça dos inimigos sem dó! Basicamente se dá um combo até sugar a energia dos candangos e depois se finaliza com um botão. Claro que, sendo um cavaleiro do apocalipse, você não fica limitado a uma única arma. Pistolas e outras armas brancas, como a Foice da Morte, fazem parte do arsenal ignorante de War.

Esse vai levar cano na foto mais Gears of War do review!
Mas ai é que entra as diferenças em relação a GOW: apesar de War poder carregar duas armas e trocá-las com o toque de um botão emendando combos absurdos, o combate normalmente é mais cadenciado e técnico do que no game da Sony. Simplesmente sair batendo não rola, até porque a quantidade de inimigos que enfrentada ao mesmo tempo não permite que se fique simplesmente sacudindo a espada. O alcance dela é grande, mas se você não cuida da defesa e da esquiva, vai rodar fácil.

Se o cara é um dos Four Horsemen, tem que tem um cavalo manero né?
Um problema básico desse game é a quantidade de itens e habilidades. É tanta coisa que se pode fazer que o controle de dez botões e três direcionais ficou pequeno. Alguns comandos exigem pressionar combinações pra fazer coisas simples como atirar com o bumerange, nada exatamente complexo, mas também não é simples como o movimento sugere. O ruim é que nem sempre o controle responde como deveria e às vezes calha de você aplicar um combo e o boneco ir caminhando durante a animação terminando na vala.

Bafo do capeta nesse caso é redundância
Outra coisa diferente de GOW é a forma como o mundo se apresenta pode ser explorado. Inspirado largamente em Zelda, há um mundo quase aberto, onde as possibilidades se limitam ao que você tem de buginganga no inventório. Cada caminho te leva a um puzzle, que quase sempre são extremamente inteligentes, e todo puzzle te leva a um item novo e um chefe.

Pois é, mais um Colossus desempregado fazendo ponta em outro game
E o mundo é grande! Tem até um trecho onde voce cavalga Ruína, o cavalo de War, num momento Link/Epona do capeta, atirando a torto e a direito e porrando todo mundo de cima do cavalo. A liberdade dada pelo mundo de Darksiders te leva a uma jornada através de cenários totalmente diferentes entre si.

É uma bixa que vende bijuteria, eu sabia!
E ai chegamos aos gráficos, ponto controverso do game. Para alguns, o artwork largamente inspirado nas HQs pesa no game. A temática, que deveria inspirar um universo caótico e sombrio, se perde em gráficos de cores fortes e bem marcadas que são simplesmente fantásticas! War, por exemplo, é um personagem que parece mais um tanque de guerra, quase tão grande quanto um Marcus Fenix e com um arsenal tão ignorante quanto. O mundo é extremamente vasto e variado e a existêcia do colorido mostra um contraste de sobrevida do mundo com a destruição total.

Aê, esse trabuco tá fora de contexto, mano, daqui a pouco tem rede WiFi no submundo!
Os monstros são todos muito bem feitos, tão ignorantes quanto War e apesar do personagem ser grade, a maioria dos bichos são consideravelmente maiores. Mestres então, nem se fala! O problema é que as vezes alguns chegam ao nível do bizarro, graças ao artwork. Um exemplo é a versão Darksiders de Tiamat, que tem peitinhos...

Posando para uma foto manera pra colocar no perfil do Facebook
A trilha sonora do jogo é muito bacana. As músicas épicas casam com prefeição com o estilo do game e te mantém no ritmo o tempo todo. A dublagem é excelente e nunca deixa a peteca cair.

Em briga de bicho grande quem pega fogo de boa sempre ganha!
Darksiders fecha com chave de ouro a trinca de games de pancadaria lançados no começo de 2010. Dos três é o que tem mais problemas técnicos, mas tambem é o um dos mais proveitosos, só perdendo para Bayonetta. Como sua proposta é diferente da porradaria pura, pode espantar os menos dispostos a pensar com a cabeça ao invés dos dedos.
Legendas por Shinkoheo

Gênero: Beat´em Up
Protudora: Ubisoft
Distribuidora: Ubisoft Montreal
Lançamento: 10/08/2010
Nota: 7,6
+ Gráficos e Animações COOLs
+ Altas referências
+ Interatividade com TUDO
+ Detalhes fazem um bom game
+ 4 Players coop with porrada!
- Musiquetas chataralhas
- No Online Multiplayer
Agora sim podemos dizer que os Beat´n Ups tiveram seu reborn em um jogo “original”! Scott mostra que porradaria simples e cooperativa continua sendo diversão certeira.

Oia o Ash do Pokemon recuando quando a menininha mostra a bundinha!
O game é uma grande homenagem a tudo que existe no gênero, desde os clássicos da Konami até os mais roots como Double Dragon e River City Ransom, tomando algumas características emprestadas e tudo no visual retrô mais bem animado até agora.

Momento Akira, Tetsuo manga style
Os quadrados pixealizados podem fazer muita gente torcer o nariz, mas os detalhes e as possibilidades de interatividade com o cenário e até entre os personagens mostram quanta dedicação rolou na construção do game.

Não, isso não é Super Mario World!
A história é claramente um adaptação das HQs, transportando-a para todo o clima do game, com detalhes visíveis apenas para quem leu as revistas, sendo um grande atrativo para os fãs chatos da série, que querem consumir tudo que é peido desse moleque problemático!

Ah vamo para com esse jogo de luta e jogar um Rock Band!
Na parte sonora, as músicas soam midi demais, mesmo tendo grandes nomes por trás. Pelo menos há a possibilidade de se tocar o que eu quiser de fundo enquanto se distribui porradas sidescroolings 2D, algo que sempre quis desde os 8 bits!

Fim de festa é assim...
Fazia tempo que um game do tipo não era tão hipnotizante. O remake das Tartarugas Ninja foi bem atraente, mas não algo totalmente novo como Scott, pois não é daquele tipo de jogo que vc já sabe o que pode ser feito, o lance é descobrir aos poucos e se surpreender com isso, fazendo com que seja interessante mesmo mesmo aos não que não curtem o filme ou a HQ, é uma puta diversão garantida e que pode ser multiplicada por quatro na mesma sala, afinal não tem online.

Gênero: Ação
Produtora: MercurySteam/Kojima Productions
Distribuidora: Konami
Lançamento: 05/10/2010
Nota: 9,0
+ Gráficos fantásticos
+ Som pra se ouvir no talo
+ Jogabilidade afiadíssima
+ Chupinhança nota 10
+ Luta contra os titãs
- Travadas nas animações
- Alguns personagems parecem bonecos articulados
- Não tem o dna da série
Precisaram de 25 anos pra alguém, enfim, produzir um game da série Castlevania num 3D que preste! Depois de propagandas de Lords of Shadow como um reboot, que quem acompanha o mercado sabe que a parada já tinha sido anunciada bem antes como uma nova franquia, aí, como a bagaça tava ficando boa, a Konami rebatizou o game como simplesmente Castlevania, chamou um cara de renome pra dar um apoio (Sr. Kojima, conhece?) e provavelmente fez algumas alteraçõezinhas básicas pra dar um levante no nome da franquia e atá-la finalmente a um bom jogo.

Em algum lugar ai tá o seu boneco tentanto mar o Colossus
O game é excelente em quase todos os aspectos, chupinhado direto da mais fina fonte de qualidade (God of War) e ambientado num universo que pouco lembra Castlevania. Você até se identifica fácil com o game, mas sente estar jogando outra coisa.

"Comeu macarronada? Beleza, mas não precisa mostrar por aí que tava sobrando molho!"
O único ponto que une o jogo à série é o nome do personagem principal, Gabriel Belmont, um cavaleiro da Irmandade da Luz que perdeu a amada (clichezaço!). Monstros mantém o mundo em caos e Belmont sai em busca de uma solução que toma forma numa profecia sobre uma máscara que teria o poder de tornar um humano em deus, o que poderia lhe dar o poder de trazer sua mulé de volta. Obviamente, pra isso ele precisa encontrar os Lordes das Sombras (Lords of Shadows, ahn? Ahn?), a única ponte entre o mito e a realidade.

"Me da um abraço pô! Eu te amo cara!"
Armado com uma cruz que se estende em um chicote de ferro, Gabriel cruza um mundo belíssimo enfrentando lobisomens, wargs, duendes canibais, capetas e, eventualmente, vampiros. E claro que no caminho acaba encontrando outros cavaleiros e encarando uma penca de desafios cabeludos.

Escalada com essa roupinha não rende uma visão agradavél para quem está em baixo
Diferente do que a galera esperava, o game nada tem do estilo Metroidvania que permeia a série desde Simphony of Night. LoS é basicamente um jogo de aventura linear, divido em capítulos com várias sub-fases. Focado basicamente no combate, você avança pelos cenários enfrentando hordas de monstros, coletando experiência desses combates e comprando novas habilidades.

Momento #foreveralone para aumentar a imersão com quem está jogando
O combate é basicamente God of War, não tem nada de novo, mas dane-se! Bater em monstros nesse jogo é muito goxtozo de bão, principalmente com a jogabilidade perfeita, coisa linda de dels! Os combos saem com facilidade e a coisa vai ficando insana conforme você adquire novos golpes. A parte de plataforma é bem simples, no estilo que a gente já está acostumado, usando o chicote como corda, escalando e tals.

Na real life, nessa hora o cara estaria se questionando que porra ele tá fazendo da vida!
Um lance que merece destaque são os Titãs, chefes gigantescos, grandes mesmo, que precisam ser escalados pra que possam ser atingidos em seus pontos fracos e tombar. O negócio é que eles não ficam quietos. Sei lá, mas isso me lembra um bom jogo de PS2...

Matando uns manos no gueto da Transilvânia
O departamento de puzzles é um dos poucos pontos fracos do game. Todos eles são muito fáceis e os que poderiam ser difíceis o jogo se incumbe de te dar a resposta. Se ainda assim tu for muito burro pra passar batido, você pode comprar as soluções com os pontos de experência. Outro defeito é que há uma quantidade enorme de locais que parecem ser acessíveis, mas sempre que se tenta chegar lá, você dá de cara com uma parede invisível e às vezes tu literalmente vai pra vala por causa disso.

Do jeito que o cara tá correndo, ele quer virar churrasco!
O que não dá pra negar é que o game é grande. Cada fase é enorme e, pode crer, vai demorar umas boas vinte horas (talvez mais) pra curtir tudo que ele pode oferecer. Depois de terminadas, cada fase te propõe um desafio pra voltar e bater em troca de uma recompensa. Fora o fato de que você vai ter que voltar depois com novas habilidades a fim de alcançar lugares antes inatingíveis e conseguir os 100% de cada fase no melhor estilo LEGO Star Wars!

"Cadê os Ghostbusters porra? Já liguei faz tempo!"
Os gráficos são muito bons, realmente belos e detalhados, com design impecável de monstros e animações de alto nível. Cada cenário tem uma identidade visual única e uma vastidão que não se vê todo dia. O único porém é que, sabe-se lá por quê, algumas animações rolam num frame rate muito abaixo dos 30fps. Não chega a ficar ruim, mas é inexplicável porque as vezes uma cena em tempo real começa a engasgar do nada e o resto da animação fica no mesmo ritmo, mesmo com o jogo instalado no HD. Sorte que são poucas animações em que isso acontece.

Esse ai tá tão radiante que tá vazando raio por todos os buracos!
O dedinho do Sr. Kojima exatamente nas animações, que são muito bem coreografadas, com tomadas fantásticas e boas tiradas no estilo Snake. No fim das contas, o sr. Kojima serviu meio de conselheiro e supervisor geral. Dá pra ver que a história não tem muito dele, já que é bem simples e palatável, ao invés dos temas complexos que o Sr. K costuma tratar.

"Se essas estátuas começarem a se mexer fudeu!"
Na parte sonora é onde o pedigree Castlevania se destaca: elá é fantástica! Apesar de fugir totalmente do estilo épico/metal dos ultimos games da franquia , trocando por musicas mais suaves, todas as músicas são bem bacanas mesmo, apesar de se repetirem um bocado e, desta vez, ao invés de pegarem mendigos na rua para fazer as dublagens, a fina nata de holywood dá as caras aqui, com dublagens impecáveis do "Prof X" Patrick Stewart e do zumbi mestre de Extermínio 2, Robert Carlyle.

Pô mano deslocar maxilar de caveirinha é golpe baixo!
Castlevania: Lords of Shadow cumpre com louvor o papel de trazer a franquia de volta à tona no mundo 3D. Quase tudo é impecável, mas as paredes invisíveis, uma movimentação esquisita pra uma jogabilidade perfeita e as travadinhas nas animações em tempo real quebram a firma um pouco. Ah, claro! Provavelmente quem ver o jogo rolando sem saber do que se trata nunca se vai vinculá-lo à série Castlevania, mas isso não chega a ser exatamente um problema, somente para os fãs mais xiitas. Aprovadaço!

Gênero: RPG
Produtora: Bioware
Distribuidora: Electronic Arts
Lançamento: 03/11/2009
Nota: 9,0
+ Mundo Fantástico!
+ Grande Pacas! É game pro ano inteiro!
+ Gráficos Top de Linha!
+ Jogabilidade acessível!
+ Enredo brilhante!
+ Sistema de raças/classes, que definem o enredo, supimpas!
+ Ótimos diálogos, músicas e dublagem!
- A movimentação do combate é lenta e esquisita
- Exige muito tempo e dedicação
Depois do espetacular Mass Effect, a galera da Bioware surge com mais um RPG gigantesco da cartola. Dessa vez inspirado em Tolkien, Oblivion e variações de fantasia medieval com um pouquinho de Diablo e enredo que se desenrola a lá Mass Effect, prepare-se pra perder sua vida social, namorada, cachorro, emprego...

Foto com dragão obrigatória
A história em Dragon Age se desenvolve de acordo com o personagem que voce criar, que pode ser humano, elfo ou anão, guerreiro, ladrão ou mago. A escolha da raça e da classe não só define os status iniciais, como também a árvore de habilidades, especializações disponíveis e a backstory do personagem. Cada combinação vai iniciar com um personagem numa situação totalmente diferente.

Esses peitos não são caidos, mas que estão abaixo de onde deveriam, estão!
A história central é a mesma: a cada era, o Arch Demon resurge das trevas guiando os demônios Darkspawns para destruir o mundo de Ferelden. Em todas as vezes que esse período de trevas chamado Blight ocorre, o grupo de guerreiros conhecidos como Grey Wardens, uma união entre elfos, humanos e anões, combatem ferozmente pela sobrevivência do planeta. O problema é que os indícios de um novo Blight começama surgir, mas os Grey Warden já não têm mais a mesma força de antes pra combater o mal.

♫ Embarque nesse carrosel...
É claro que seu caminho vai se juntar ao deles no decorrer da trama, assim como angariar um grupo de personagens que vai definir o rumo da guerra, mas como você vai chegar até lá é problema seu. A interação se dá praticamente da mesma forma que em Mass Eeffect, onde há um determinado grupo de opções pra cada pergunta feita e a sua resposta determina o caminho, tal como a forma como outras pessoas te tratam e os resultados das suas opções, ou seja, todas as sua decisões têm consequências.

Velociraptors de Satanás versus Ogro Purupulento Made in Bioshock!
O mundo de Ferelden é vasto e absurdamente complexo. Existe uma espécie de database que é preenchida conforme se conhece coisas e tals, e ela é tão absurdamente cheia de detalhes que quem curte esse tipo de literatura vai perder horas lendo as infos sobre Ferelden, suas lendas, cidades, povos, clãs, monstros...

Dante fazendo uma ponta pra pagar as contas
O patamar gráfico estar abaixo de Mass Effect, mas ainda assim a parada é fantástica, com cidades soberbas, e todo o resto muito bem feito. A inspiração visual em Senhor dos Anéis é muito forte, dá pra quase se sentir na Terra-Média, mas ainda assim tem uma coisa muito única nos gráficos.

Isso era pra ser o Golden Axe nexgen!
O game é sangrento pacas, beira até o exagero, já que mesmo matando um rato os personagens ficam sujos de sangue da cabeça aos pés. O único ponto contra é a movimentação. Correndo nem é tão ruim, mas o combate parece muito uma dança de dois pra lá dois pra cá, com movimentação convincente, porém lenta, mas com jogabilidade refinada, no estilo Baldur´s Gate ou Neverwinter Knights com sistema de foco em oponentes específicos.

Mano mago jogou seu pokemon para queimar os manolos do mal
A parte sonora é fantástica, tanto quanto qualquer game AAA merece. Músicas bacanas, ideais para os momentos que foram produzidas. Todos os diálogos são falados, muito bem escritos e dublados, mesmo os dos bundas que você cruza pelo caminho.

Opa, foto do Dragon Age errado... ah foda-se!
Mesmo com sequência já lançada, Dragon Age: Origins ainda tem um ótimo custo-benefício. Os únicos requisitos são: Gostar de games, de história medieval, ter paciência e nãos e incomodar em perder a namorada (se você tiver uma).
Legendas por Shinkoheo
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